Podem as religiões ajudar a superar a crise ecológica?

Leonardo Boff

Pela primeira vez depois de anos, os 192 países se puseram de acordo na COP21 de Paris em fins de 2015, de que o aquecimento global é um fato e que todos, de forma diferenciada mas efetiva, devem dar a sua colaboração. Cada saber, cada instituição e especialmente aquelas instâncias que mais movem a humanidade, as religiões, devem oferecer o que podem. Caso contrário, corremos o risco de chegarmos atrasados e de enfrentarmos catástrofes como nos tempos de Noé.

Abstraímos o fato de que cada religião ou igreja possuem suas patologias, seus momentos de fundamentalismo e de radicalização a ponto de haver cruéis guerras religiosas, como houve tantas entre muçulmanos e cristãos. Agora o que se pede, é ver de que forma, a partir de seu capital religioso positivo, estas religiões podem chegar a convergências para além das diferenças e ajudar a enfrentar a nova era do antropoceno (o ser…

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Leonardo Boff

Milhares de carros estão sendo abandonados

“As pessoas não estão comprando carros no mesmo ritmo de antes da recessão. Quantas famílias que você conhece que ostentam um carro novo a cada ano? Por isso, milhões de carros ficam para morrer nos estacionamentos”, escreve Ladislau Dowbor

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A difícil, mas necessária travessia: Cândido Grzybowski- Ibase

Excelente Reflexão Sociológica!

Leonardo Boff

Cândido Grzybowski  é Sociólogo, diretor do Ibase. A política brasileira se encontra num voo cego, sem sabermos exatamente que rumo vai tomar. Momentos assim fazem-se urgentes pensadores criativos que, a partir de outros pressupostos e de novos valores, repensam os destinos do país. Na esteira do Betinho que fundou o Ibase, Cândido sugere caminhos viáveis que poderão resgatar a democracia mais participativa, sustentável e socialmente mais justa. Vale a pena escutar esta voz pois traz luzes que iluminam uma nova direção para o Brassil, vindo de baixo, dos movimentos sociais, de políticos éticos  que se preocupam mais com o bem de todos do que defender os benefícios particulares: Lboff

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Neste começo de 2016, me recuso a especular e elaborar prognósticos sobre o que poderá acontecer como desdobramento da enorme crise político-econômica que estamos vivendo, particularmente aqui no Brasil. Prefiro pensar no que é necessário fazermos, a partir da…

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